CORONAVÍRUS E PETS:

última modificação 24/06/2020 15h27
Cartaz elaborado pelo Instituto de Ciências Agrárias – ICA - Prof. Maurício Leite. Animais de estimação no ambiente doméstico precisam de atenção especial. Mesmo que não sejam portadores do vírus, eles podem transportá-los pelas patas ou pelo. Ainda que não existam informações conclusivas sobre a transmissão da COVID-19 pelo contato com animais de estimação, há recomendações para quem convive com os pets, considerando que as medidas quanto ao isolamento domiciliar fazem essa proximidade mais frequente neste momento. É hora de reforçar cuidados. Segurança de tutores e PETs: Os hábitos de higiene com os animais de estimação também devem ser redobrados. É fundamental lavar bem as mãos antes e depois de brincar ou tocar nos bichos. A higiene das mãos com água e sabão é recomendada ainda depois de manusear os alimentos e limpar a urina e as fezes. Outra medida é evitar beijar, receber lambidas ou compartilhar comida com o pet.Se precisar levar o animal ao veterinário, chegue para ser atendido no horário marcado para não ficar na sala de espera junto com outros animais ou pessoas. O veterinário deve limpar o ambiente onde os animais são atendidos, passando álcool em gel, hipoclorito ou composto quaternário de amônia, que são produtos de limpeza indicados para combater vírus.Segurança de tutores e pets: veja o que fazer e o que deve ser evitado para evitar riscos à saúde- Pessoas que já contraíram o coronavírus devem evitar contato com os animais, já que não há dados precisos sobre a infecção em pets- Quando o convívio é inevitável, use luvas e máscara facial sempre que possível- Evite passear com os animais em lugares de grande circulação de pessoas- Lave bem as mãos antes e depois de brincar ou tocar nos bichos- A higiene das mãos com água e sabão é recomendada antes e depois de manusear os alimentos e limpar a urina e as fezes do pet- Evite beijar, receber lambidas ou compartilhar comida com o animal- O vírus pode ficar nos pelos dos animais após o toque de uma pessoa com diagnóstico positivo e, assim, transmitir a outra pessoa saudável que toque o bicho depois- Se o cachorro só faz a higiene na rua, saia, vá até o poste próximo, volte e passe álcool em gel nas patas do cão. Essa medida de prevenção pode ser feita até duas vezes por dia- O banho elimina o vírus da pelagem do animal, em caso de contaminação- As pessoas que não estão infectadas podem conviver normalmente com os animais- Se compartilhar camas e sofás for um hábito, o animal fica dentro de casa e não tem acesso à rua, é vermifugado e vacinado, não há problema- Gatos costumam andar em muros, telhados e terrenos vazios, não têm muito contato com as pessoas na rua. Isso diminui a possibilidade de alguém espirrar ou tossir sobre eles- Não há muita preocupação com relação aos pássaros, a menos que a pessoa que esteja com o vírus tussa ou espirre no pássaro ou na gaiola e alguém toque ao tratar desse pássaroFonte: Paulo Henrique Mendes Barra, médico veterinário.