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Grupo de pesquisa da UFVJM contribui para proteção aos profissionais de saúde em Diamantina

publicado: 06/04/2020 18h13, última modificação: 07/04/2020 10h13
Técnico do Grupo de Biomecânica e Bioengenharia do ICT produz protetores faciais para profissionais de saúde de Diamantina e cidades vizinhas


Equipamento produzido em impressora 3D (foto: Felipe Maynart/UFVJM)

Integrante do Grupo de Pesquisa em Biomecânica e Bioengenharia (GBio2), o engenheiro mecânico e técnico de Laboratório em Mecânica do Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT) da UFVJM, Felipe Rodrigues Maynart, está produzindo protetores faciais para profissionais de saúde da Santa Casa de Caridade de Diamantina, para o Centro Integrado de Pós-Graduação e Pesquisa em Saúde (CIPq-Saúde) da UFVJM, e para algumas cidades vizinhas.

Segundo o prof. Libardo Andrés González Torres, coordenador do GBio2, os protetores estão sendo produzidos através de impressão 3D e a iniciativa de confeccioná-los, bem como a orientação sobre os conceitos técnicos para o protetor, contaram com o apoio do enfermeiro Herlon Fernandes de Almeida e dos professores Liliane da Consolação Campos Ribeiro, do curso de Enfermagem, e Paulo Cícero Barroso Maciel, do curso de Medicina, ambos do Campus JK da UFVJM, em Diamantina.

“A produção dos protetores teve início no dia 23 de março e já foram feitas 23 máscaras até o momento. Serão enviadas cinco unidades para o CIPq-Saúde, credenciado pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) para realizar os testes para o novo coronavírus, e o restante será doado para a Santa Casa de Diamantina e municípios vizinhos. Pretendemos produzir 50 máscaras”, esclarece o professor.


Parte do processo de fabricação do protetor facial utilizando impressão 3D (créditos: Felipe Maynart/UFVJM)

De acordo com Libardo, o GBio2 está produzindo os protetores com recursos próprios e com o a doação da professora Liliane da Consolação Campos Ribeiro, que doou todas as folhas de acetato para as máscaras e estabeleceu o contato com a Santa Casa e demais órgãos de saúde da região. “O GBio2 continua trabalhando para a arrecadação de mais material para dar continuidade na produção de mais equipamentos de proteção”.

A produção de protetores faciais também está sendo realizada pelo Centro Especializado em Reabilitação (CER – Diamantina). “O objetivo é que esses equipamentos ajudem aos profissionais da saúde a executar suas atividades com maior segurança”, conclui o professor.

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